Aquele lugar era assim…


 Funeral de 2 alunos do Grupo Escolar Carvalho Brito.

 

Enterro de Maria Aparecida e Jorge Stracieri 1938
Enterro de Maria Aparecida e Jorge Stracieri 1938

 

Eles eram irmãos e morreram no mesmo dia, 29/03/1938 de complicações de sarampo e pneumonia.
Os nomes deles eram: Jorge e Maria Aparecida Stracieri  de 9 e 11 anos respectivamente.
O fato abalou Guaranésia na época. Deve existir ainda na cidade muita gente que foi colega desses meninos na escola.
Obs.: Foto e informações enviadas por Yvany Vila.

 

Casa Demolida na Pça. Cel. Francisco de Paula Ribeiro

Nos idos de 1980…quando ainda não existia o Centro Cultural (inaugurado em 1988), quando ainda não existia a Casa da Memória de Guaranésia (inaugurada em 2001) e quando, muito menos, tinhamos na cidade um trabalho de preservação da nossa história realizados pela Prefeitura Municipal; nós já promoviamos ações no sentido de preservar a memória de Guaranésia e dos seus munícipes.

Naquela época estávamos promovendo os ENCONTROS CULTURAIS na cidade. Provendo a comunidade com o melhor de sua arte e cultura. No entanto, lidávamos também com questões políticas e interesses diversos. Razão essa foi dada ao destino de antigos imóveis residências ou não, que foram demolidos ou reformados perdendo assim a cidade de Guaranésia, parte do seu “cartão postal”.

Foi o caso dessa antiga residência que aqui ilustramos e que fizemos o possível para preservá-la, na época.

O imóvel, antiga residência de pessoas importantes da história da cidade, pertencia na época à extinta Caixa Econômica do Estado de Minas Gerais, que pretendia fazer alí a sua “nova” agência na cidade. Fui informado então, que a Caixa pretendia demolir o imóvel para construir alí um prédio moderno. Era isso mesmo, eles pretendiam demolir um imóvel que fazia parte do nosso patrimônio histótico, pretendiam demolir uma casa que compunha o cartão postal da nossa cidade, juntamente com coreto na Pça e as demais residência no entorno.

Conseguimos então, com apoio de um influente fazendeiro local, entrar em contato com a Caixa para discutir a questão e tentar convenser a Caixa a fazer a sua agência, mas não desconfigurar o imóvel. Considerando que o mesmo possuia no seu interior um decoração com pinturas em têmpera. A Caixa se sensibilizou com a questão e suspendeu as obras para estudos.

Infelizmente, o interesse político local falou mais alto e durante a madrugada de uma noite chuvosa (eu me lembro bem…) indivíduos demoliram a casa não restando mais nada a não ser as fotografias que fizemos e outras que foram coletadas com antigas famílias.

E na ironia do destino, a Caixa Econômica fechou logo depois e o novo imóvel é o Banco Rural Cred

Alguém se lembra desta casa localizada onde é hoje o Banco Ruralcred?

Fachada de casa demolida em  na Pça Cel. Fco. de Paula Ribeiro

A casa demolida era decorada com pinturas em têmpera …

Antigo pontilhão…

Muitos devem se lembrar do pontilhão de trem que existia perto do campo de futebol. Estamos pesquisando fotografias e ficaremos grato se você tiver e puder nos enviar.

Recembemos já da colaboradora Sirlene Alves a foto abaixo com a seguinte legenda: O Trem da Mogiana passa Sobre o Pontilhão da Rua Quintino Bocaiúva, em Guaranésia, sentido Campinas, em 06/01/1971″

11 / 02 /2004 – Pontilhão de ferrovia é vendido em ferro-velho
MINAS GERAIS, Guaranésia – A Polícia Civil de Guaranésia, no Sul do Estado, busca um “dono” para pontilhão da ferrovia que fazia a antiga linha Guaxupé-Passos, localizado no sítio Santa Cruz do Pontal. A ponte foi desmontada e teve sua estrutura de 18 toneladas de ferro vendida a um ferro-velho por R$ 4.700, segundo as primeiras apurações. O delegado Silvio Ladeia afirma que a situação ainda está sendo investigada, mas os responsáveis pelo pontilhão ainda não foram identificados.

A Fundação Cultural de Guaranésia reivindica a quantia paga pelo ferro para usar na reforma da estação de trem local, que abriga hoje a instituição. Segundo o presidente da fundação, Gilberto Ribeiro Alves, a cidade está perdendo seu patrimônio histórico. “Já estávamos nos reunindo para transformar o pontilhão em patrimônio municipal”, lamentou. De acordo com ele, a quantia ajudaria na reforma da estação para o aprimoramento das atividades.

“Não posso afirmar ainda se é um caso de furto”, comentou o delegado Silvio Ladeia. A Ferrovia Paulista S.A. (Fepasa), antiga administradora da linha, e a Rede Ferroviária Federal, atual administradora, não souberam informar, ontem, se eram as responsáveis pelo pontilhão.

Segundo a Polícia Civil, o dono do sítio afirmou ter recebido da Fepasa, por meio de doação, a estrutura. “No entanto, ele não mostrou documentos quer comprovem isso”, lembrou Silvio.

“A ferrovia está abandonada desde a década de 60. O proprietário alegou que pessoas estranhas entravam em sua propriedade por meio do pontilhão”, disse. O Ministério Público, por também não saber a quem pertencia a passagem, afirmou achar cedo para tomar medidas.

Fonte: Estado de Minas, 11/02/2004

Avenida Rebouças

A Avenida Rebouças na década de 20 e que dá acesso à antiga Estação Ferroviária e aos novos bairros.

Cine REX

Muita gente não sabe mas antigamente havia um cinema na Rua Júlio Tavares. Pouco sabemos mas foi possível identificar que era um “Cinematographo”.

Se você tiver uma informação sobre esse cinema nos envie para publicarmos. Muito Obrigado.

Antigo Matadouro Municipal

O antigo Matadouro Municipal de Guaranésia, localizado no bairro da Varzea está desativado. Que destino terá? O da demolição ou o da adaptação para novo uso e serviço? Ou será que vão demolir e utilizar os tijolos e telhas para algum novo galpão no Asilo?

Hotel Central

No local onde é hoje o Centro Cultural de Guaranésia , onde outrora foi o Cine São José havia o Hotel Central de Guaranésia. Ilustramos aqui com uma linda fotografia colorida à mão pelos Irmãos Masotti, antigos fotógráfos da cidade.

Antiga Cadeia

Praça Cel. Fco de Paula Ribeiro

Como era bonito o nosso jardim! A Praça Cel. Francisco de Paula Ribeiro possuia um figueira (na foto abaixo, ela pode ser vista no lado esquerdo do monumento à independência do Brasil. Reparem também os antigos postes de iluminação.

102 comentários em “Aquele lugar era assim…

  1. Me chamo Sérgio, conhecí minha esposa que é desta cidade muito legal, no Hospital Sírio Libanês onde trabalhei por muitos anos e que ela também trabalhou. Ela é filha do Sr Pedro de Oliveira e Da Sebastiana de Oliveira, o pai dela é bastante conhecido por promover viagens para Aparecida do Norte. Que bom poder participar deste veículo de comunicação. Quando for a Guaranésia podemos nos apresentar,
    Um abraço.
    Sérgio

  2. Olá Mineirada!
    Na minha mocidade frequentei Guaranesia, tinha amigos por ai e por mais de uma vez me hospedei na região. Conheci algumas fazendas, a Bocaina, a da Barra, a Onça, o Bebedouro e o inesquecível Bar do Miro com o famoso Bauru do Miro e sua mesa de bilhar..

    1. Olá pessoal, muito bom recordar tudo de minha infância nesta amada cidade de Guaranésia, meu avô chamava Nicolau Ciuffi ( Nicolino ) meu pai Odair Ciuffi (Chuledo) meus tios tinham uma marcenaria, tenho muita saudade dos meu amigos Domingos Lopes, Marcelo Lopes, Tim Vilas Boa, hoje moro em São Paulo, tenho ainda parte de minha família nesta cidade, Humberto, Eduardo, Joelma, minha amada tia Darcy e meu tio Lourival, abraços a todos. Na minha infância tínhamos uma turma chamada REBENTA, nosso lema era “Guaranésia terra de Santa Cruz, de dia faltava agua e de noite faltava Luz, era tudo uma brincadeira, amávamos esta cidade. Todos os sábados a noite depois do cinema, todo pessoal se deslocava para o bar do Miro para comer o melhor bauru do mundo.

      1. Olá amigo, me lembro bem do seu avô Nicolino, a banda… Bem vindo ao Guaranésia Memórias. Se tiver fotos dele, da família por favor nos envie.
        Abs

  3. adorei as histórias dos moradores desta cidade, quanta riqueza de detalhes, a cidade é linda! parabéns a todos vocês por este amor tão intenso pela cidade . também sou do interior de minas e guardo lindas lembranças da minha cidade .

    1. Olá Mario,sou de Guaranésia (nasci em 1945).Moro em SP.Conheci que para mim era Dr.Geraldo (DINHO).o qual disse-me na época ‘JOGOUEM sp.NO cORINTHIANS),SENDO ASSIM SÓ POR SER tIMÃO.rEVENDO HOJE FOTOS E HISTORIAS DE gUARANÉSIA .,DEPAREI COM SUA MENSagem,o fato que relatei deve ser de mais ou menos de 1.958/59.Abraço Ildefonso ( ILDE ).

  4. Gostaria de receber fotos da Vila Operária, tiradas antes das motificações efetuadas, em especial das janelas, que davam para à Rua.Abraços a todos.

  5. Quanta saudade do vai-vem na praça principal, dos olhares marotos e dos sorrisos encabulados das lindas mocinhas que passavam em sentido contrario ao meu, do cheirinho de cafe’que vinha das casas e do sotaque carregado das amizades que fiz, mas foi voce Marisa B. T., a lembrança mais linda do meu tempo de inocencia,e guardo tambem no coraçao, lembranças remotas de uma cidadezinha apaixonante e que tenho muito orgulho de ter conhecido,beijao Marisa, ate um dia Guaranesia………

  6. Oi, fico feliz em escrever para voces, ainda mais apos ler tantos relatos emocionantes sobre essa delicia que e’ Guaranesia. Estive nessa cidade em meados de 1975 ou sera’ 76 ??? Pelo que me lembro era carnaval, eramos um time de futebol de S. Paulo que foi ate’ essa cidade para jogar com o time local, chegamos por volta das 10:00 do domingo na praça central, mas cade as pessoas da cidade, depois de uns 00:15 minutos o sino da igreja começa a tocar, e nao e’ que sai a cidade inteira daquela igreja, so’ ai’ o comrrcio local começou a funcionar, antes parecia uma cidade fantasma. O tal jogo estava marcado para as 14:00 hrs, estava-mos convictos de que venceria-mos por goleada, mas a estrategia do time local começou com o almoço oferecido, tipica comida mineira, com tudo o que tinha direito, regada a cachaça, alem disso jogamos sob um calor insuportavel, e sabem o resultado do jogo ??? Tomamos de 5×2 !!! Mas tudo valeu a pena, o carnaval, a recepçao e a saudade que perdura por quase 40 anos,abraços ,Alvaro.

  7. quanta lembraças naci e moro ate og em guaranesia nao vo embora nunk cempre morei ao lado do antigo pomtilhao na rua quintono bocaiuva la era nosso quintao ate cer retoradp ( deveriao ce punido as pessoas q retirarao nosso patrimonio ) abraço

    1. Ezequiel,   Espero que esteja “brincando no Português”. Tenho 60 anos, e tenho orgulho de ter estudado no “Carvalho Brito” e no “Alice Autran Dourado”.Moro em Santo André-SP há 40 anos, e sempre estou por aí. Abraços, José Roberto  

      1. Conheço uma família Vilas Bôas que moravam em Guaranésia um dos membros se chama Wilson nascido aí e atualmente reside em Santo André-SP, eramos muito amigos e já tem alguns anos que não tenho contato com ele falava sempre da infância vivida em Guaranesia e também comentava que tinha parentes por aí.

  8. Nossa, não sei nem por onde começar. Como são doces as minhas lembranças de minha infancia em Guaranesia. Eu sempre morei em São Paulo mas em 1975 a minha Avó(Maria Camargo) se casou depois de ficar viuva com o meu segundo Avô que ra de Guaranesia(Cezarino Ribeiro) morador da cidade. Eles moravam na primeira casa da cidade, na entrada antiga principal. Me lembro da venda do seu Cornide que ficava bem ao lado da casa. snif, snif,..boas lembranças. Algumas para relembrar: Na praça principal nas noites de sabado e domingo homens andavam para um lado e mulheres para o outro..rsrsr..Demais..Aquele som dos alto falantes da radio da praça, se fecho os olhos escuto até hoje..Aos domingos andar a Cavalo na fazenda da Onça, até choro de saudade..Nadar no ribeirão no fundo da casa de meu Avô Cezarino(homem booooooommmm, que saudades), enfim, Guaranesia sempre demais. Só não me lembro do nome do Guarana que era fabricado na cidade, se alguem souber por favor relembre. Um grande abraço a todos e obrigado pela oportunidade de relembrar de minha infancia. Salomão.

  9. Olá caros moradores da cidade de guaranésia …
    Que bom rever a memória desta tão pequena e aconchegante cidade , tive a alegria de passar minha infãncia qeu foram maravilhosa em guaranésia,No ano de mais ou menos 1985 moravamos na varzea naquela primeira casa depois da ponte nesta época eu me divertia muito , passamos por varios perrengues tambem rs, tinha época de muita chuva , que o rio da varzea enchia e imundava toda a casa entrava até cobra:
    mas apezar disso tudo foi uma vida muito divertida , so estudos de antigamente eram bem diferentes hoje em dia é tudo muito dificil:
    como é gostoso relembrar dos momentos mais divertido .. desta pequna cidade

    parabens guaranési

    1. Olá, Rose, também morei na Várzea, mas bem antes de voce, foi de 1960 ( quando nasci) até 1977, quando viemos embora pra Cuiabá. A casa que morei foi a primeira casa, descendo do centro da cidade, no sentido a Varzea, do lado esquerdo, e , antes havia um barracao, que ja foi oficina de nao sei o que, nao me lembro mais. Lembrei das enchentes que inundaram minha casa, e uma destas enchentes, me fez sair correndo, carregando minha irma cacula, com poucos meses, enrolada numa coberta com a agua pelo meio da minha cintura. Essa casa ainda existe, e este ano visitei a vizinha de parede dela, a D.Nene do seu Antônio. Boas lembranças, e tudo de bom pra voce.

  10. Relojoaria Prado, final dos anos 50, inicio de 60 !!!

    O relógio faz tic-tac toda hora
    êle trabalha o tempo todo sem descanso
    não tem frio, não tem chuva que o demora
    não tem calor que detem o seu avanço.

    Quase todos os dias, na parte da tarde, ou ao cair da noite, saia da minha casa na Floriano Peixoto, subia a rua onde morava nossas professoras, senhora Jarina e senhora Fernandina, e adentrava na rua Santa Bárbara !!!
    Passava em frente ao portão de entrada do Ginásio, e logo estava diante da relojoaria Prado !!!
    Sem pressa nenhuma, e com um encantamento que só uma criança pode ter, ficava maravilhado olhando aqueles relógios despertadores, com jogadores chutando uma bola de futebol !
    Havia uma quantidade até grande de relógios despertadores, e o barulho do tic-tac era ensurdecedor !
    Não lembro direito o nome do proprietário, apenas que era um homem moreno e que usava óculos, camisa branca de manga longa, e muito educado.
    Também se vendia canetas e lápis !
    Lembro de duas marcas de canetas que eram muito vendidas na Prado, a Pilot e a Parker ! Eram canetas tinteiros,não havia ainda as esferográficas.
    A relojoaria Prado fez parte da minha infância, e lembro com muita saudades dela !
    Um abraço a todos !!!

    1. “Seu” Osvaldo Prado. No local funciona uma lanchonete. Hoje temos a relojoaria Teknos do Edelto Marcos Pedreiro que, salvo engano, trabalhou com o sr. Osvaldo.

  11. Córgo das pretinhas, entre 1958 e 1963 !!!
    Os mares e os rios, que beleza !
    até nos tiram a tristeza
    mas por que alguém desejou
    destruir essa natureza!

    Depois de um dia quente, a tarde veio a chuva, rápida e forte, para finalmente surgir o sol !!!
    Uma quantidade enorme de aleluia saindo dos cupins !
    Alguém bateu em minha porta, era um amigo, quase sem folego dizia: Dinho, vamos catar aleluias para pescar amanhã, pegue um vidro, depressa !!!
    O nossa pescaria com aleluia era feita no Córrego das Pretinhas, ou popularmente chamado de Córgo das Pretinhas !
    Antes de dizer onde ficava, podemos afirmar que o traçado de Guaranésia é bem interessante, parece até que foi planejada !
    Você ficando de frente ao Carvalho Brito, todas as ruas que descem, cortando em sentido diagonal as ruas Santa Bárbara e Floriano Peixoto, vão ter um ponto final igual !!!
    Chegando no final, dobre a sua direita e vá até o final da rua, vai encontrar uma ladeira á sua esquerda. Segue em frente e logo encontrará o riozinho!
    Percorrendo o riozinho, irá deparar com diversos pequenos poços, com pouca profundidade.! Era nêles que pescavamos lambaris com aleluia, usando uma pequena vara, e um anzol chamado ôlho de peixe !!!
    Era uma festa, pois a isca aleluia nem bem caía na água lá vinha um lambari, do tipo prata, a abocanhar o pequeno inseto !!!
    O samburá ia lotado para casa !!!
    Essas dicas do local são referentes aos anos compreendidos entre 58 e 63, quando morei na cidade. Sei que hoje a topografia esta totalmente diferente, e quando passei por lá a anos atrás, não consegui nem mesmo ver o riozinho. Pode estar canalizado ou simplesmente desaparecido !!!
    O Córgo das Pretinhas fez parte da minha infância, e muito !!!
    abs. a todos !!!

  12. Rio Canoas, final da década de 50 !!!
    Se a minha vida fosse um rio
    que fosse cheio de curvas
    em cada uma delas
    encontraria uma surpresa
    em cada uma delas
    deixaria uma tristeza

    seguiria meu curso assim
    sem jamais me desviar
    seguindo o destino de todo o rio
    seguindo de encontro ao mar !!!

    Era nesse rio que hoje não existe mais, pois não passa de um córrego, que fazia minhas pescarias com meu pai !!!
    Era bom pra pegar peixe? Não, pra ser sincero nunca fiz uma grande pescaria, com muitos peixes fisgados, mas a alegria que sentia quando meu pai dizia: Dinho ( meu apelido ), vamos pescar no Canoas,pegue uma latinha e vá tirar minhocas !!!
    Sempre voltava com lambaris, carás, bagres,colocados num galhinho de árvore, que a gente chamava de fieira !!!
    Na época o Canoas era um rio de volume médio de água, tinha diversos lugares com forte correnteza, além de apresentar em suas margens bastante árvores, o que volta e meia acabava enroscando nossos anzóis !!!
    Existia uma fazenda, logo atrás do Cinema, se não estou enganado na mesma rua da Fábrica de macarrão Perocco !!!
    O portão de entrada da fazenda sempre ficava apenas encostado, a gente abria e já tinha acesso ao rio !!!
    Durante muitos anos, conheci diversos rios por êsse mundo afora, nas viagens que fazia, mas nenhum deles se comparava em beleza ao meu antigo Canoas !!!

  13. Festa de Santo Antônio, folguedos de Junho !!!
    Capelinha de Melão
    é de São João
    é de cravo, é de Rosa, é de Manjericão !!!
    Fim de maio, começo de Junho, vem aí a festa de Santo Antônio, tão esperada por todos nós. Era o último mês letivo, coincidindo com os folguedos de Junho !!!
    No Carvalho Brito o comentário era um só, essa festa de Santo Antônio vai ser melhor que a anterior. Vai ter isso, vai ter aquilo, nossa imaginação de criança viajava e criava mil fantasias !
    Chegava então o tão aguardado dia, e lá ia eu com minhas irmãs pra tão sonhada festa.
    Descendo a rua Santa Barbara, passando em frente ao Ginásio, logo alcançava a praça do Forum, e vislumbrava a primeira barraca. Essa barraca , seria uma espécie de praça de alimentação nos dias de hoje. Serviá-se de tudo, até churrasco.
    Além dessa grande barraca, havia outras duas com o mesmo porte, as demais eram barracas menores !
    Na mesma direção da barraca de comes e bebes, indo em sentido ao fundo da Igreja, tinha outra grande barraca, era a do jogo, onde o prêmio para o ganhador era uma maça !
    Bem, a coisa funcionava assim, tinha um telão com os distintivos dos clubes de futebol de São Paulo e Rio. Nesse telão corria uma luz, que depois de alguns segundos parava sôbre um determinado distintivo. Nos balcões em volta da barraca, tinha tecidos com os mesmos distintivos que tinha no telão. O apostador colocava fichas sôbre êles, coincidindo o distintivo do telão com o do balcão ganhava o prêmio, ou seja maças. Uma ficha, uma maça, duas fichas, duas maças, e assim sucessivamente !
    Quase em frente a barraca de comes e bebes, para o interior da praça da igreja, tinha outra grande barraca, a do leilão !!!
    Quem dá mais, dou-lhe uma, dou-lhe duas, vendido por tanto, pra fulano de tal, e assim as prendas eram arrematadas pelo povo presente.
    Quando terminava o leilão, a barraca mudava sua finalidade, começava a cantoria, com cantores da cidade, animando a noite festiva.
    Quem não se lembra de certas músicas que provocavam gargalhadas da platéia como: conheço uma japonesa, ela é rainha da minha cidade, ela é muito bonitinha, linda de verdade……… !!!
    Essa era uma das favoritas, ao lado de uma outra que não recordo bem, apenas que dizia…. o charutinho esta cansado de sofrer, chora negrão na rampa, aqui Geralda, aqui Geralda kkkkkkkkkkkk !!!

  14. Casa Irmãos Lopes LTDA, ou simplesmente Venda do Chico Lopes!!!
    Naqueles anos compreendidos entre 1958 e 1963 era uma das mais populares da cidade, vendia desde uma agulha até um kilo de linguiça, tinha de tudo um pouco !
    Se não estou enganado o senhor Francisco Lopes tinha 2 irmãos, que ajudavam no balcão !
    Além do comércio em si, também se discutia muita politica.
    Meu pai comprava á caderneta , pra pagar no final do mês. Tipo de crediário muito usado naquela época !!!
    Atenção pessoal, calma, vamos fazer fila, quem não estiver no seu lugar não levará seu pão. Era assim que o senhor Chico Lopes disciplinava toda aquela gente que ia comprar o famoso PÃO DE MOCÓCA, como o próprio nome diz, vinha da cidade vizinha de Mocóca, estado de São Paulo !
    O pão fazia juz a sua fama, era uma delicia. Quando tinha muitos compradores o senhor Chico Lopes fazia um cálculo e estabelecia uma cota para cada um !!!
    Bem, creio que a localização da venda do Chico Lopes deve ser do conhecimento de todos, mas apenas para ilustrar, ficava na rua Santa Bárbara, perto do ginásio !!!
    Um abraço a todos !!!

  15. Na rua Santa Bárbara, próxima á venda Irmãos Lopes Ltda, assim como era chamada na época, existia uma leiteria. Ela fazia fundos com a rua de baixo, a Floriano Peixoto, onde eu morava!
    Essa leiteria, além de sua finalidade natural para a população da cidade, era fonte de alimentos para os animais, principalmente os suinos !
    Vou explicar, durante certos dias da semana, era distribuido de graça o soro do leite desnatado, que servia de alimento para os porcos!
    Grande parte das pessoas que criavam êsses animais faziam presença lá ! A disputa era acirrada !!!

  16. Poço do Bambú, Rio Canoas, 1958 á 1963 !
    Periódo em que morei nessa querida cidade, a qual mesmo com o passar dos anos, ficou gravada em minha mente, assim como no meu coração !!!
    Fulano, você sabe nadar ? Essa era a pergunta que sempre fazíamos a nossos colegas, ou a outros meninos !
    Quando a resposta era positiva vinha nova pergunta; aprendeu no Poço do Bambú ? Sim, a maioria respondia, foi no Poço do BAMBÚ que aprendi a nadar !!!
    Era a nossa piscina, uma vez cheguei a contar mais de 50 crianças nadando, pois o Poço era largo o bastante para isso !!!
    Também tinha pouca profundidade, a não ser na época das chuvas torrenciais !
    Hoje tem diversas casas construidas próxima ao Rio, não muito distante de nosso querido Poço do Bambú, que por certo deve ter desaparecido ou perdido sua identidade !!!

  17. Uma pitadinha sôbre algumas curiosidades da minha época!
    Existe um banco de cimento, que faz fundo com a igreja Matriz da cidade, cujo forma é parecida com um S, daí o nome, BANCO DO ESSE !
    Segundo diziam na época, êle tinha sido patrocinado pelos boiadeiros, ou seja, pelos criadores de gado. Por isso também era conhecido por Banco dos Boiadeiros !
    Como os bancos de cimento eram pequenos, e êles geralmente se reuniam em grande número, daí a idéia de fazer algo grande pro pessoal ficar mais confortavél !!!
    Sua construção se deu entre 1959 e 1962, não sei exatamente o ano !!!
    Um abraço a todos !!!

  18. Antiga cadeia pública de Guaranésia,hoje desativada !
    Fecho os olhos e vejo com detalhes suas dependências, assim como aquilo que existia em volta do prédio !
    Meu pai era militar, trabalhou aí de 1958 até 1963, quando veio a falecer !
    Na frente do prédio existia um arbusto chamado bruxinha, se não estou enganado do nome, que era constantemente aparado,deixando o local até mais bonito !
    Bem, adentrando no prédio tinhamos uma sala, onde ficava o militar, uma espécie de sala de recepção. Logo na entrada á direita uma pequena cela, no centro uma outra cela que fazia divisa com o quarto de dormir do militar em serviço ! Á nossa esquerda, uma outra pequena cela ! Perto desta ficava o telefone, tipo gancho, pendurado na parede !
    Nos fundos do prédio, do lado direito, um pé de orvalho, do lado esquerdo pés de mexerica e laranja, além de hortaliças !!!
    Os militares em Guaranésia nessa época eram formados por soldados e um cabo ( autoridade máxima ) ! Vez outra vinha um sargento, que ficava pouco tempo!
    Também tinha representando o poder civíl o Delegado, cargo politico, nomeado pelas autoridades civis do municipio. Não precisava ser formado em Direito, como é agora !
    Na frente do prédio,na calçada da rua, do lado esquerdo, tinha um banco de madeira !
    Na época, as pessoas que cometiam algum delito e sofriam de transtorno mental, eram levadas para Barbacena, de trem, acompanhadas de um militar, geralmente um soldado ! Não tinham condução própria para êsse deslocamento !
    Os veículos de quatro e duas rodas eram emplacados aí, assim como as bicicletas !!!
    Um abraço a todos !!!

  19. No ano de 1958, com a idade de 6 anos, estava chegando em Guaranésia, oriundo de Arceburgo. Era o mês de Junho, e estavamos disputando a Copa do Mundo de futebol, na Suécia.
    Existia um bar, não sei se existe ainda, na mesma calçada que esta a Casa da Memória, na esquina da rua que vai em sentido a extinta ESTAÇÃO FERROVIÁRIA !
    Funcionava também como Rodoviária, usada pelas Jardineiras, pois não havia ainda ônibus na época !
    Ia com meu pai nêsse bar comprar figurinhas de jogadores da seleção brasileira, que vinham enroladas em bala !
    Durante a Copa do Mundo de 1958, o serviço de auto-falante da praça de cima ( aquela que fica em frente ao Forum), funcionava durante os jogos do Brasil, irradiando para as pessoas que se concentravam ali o que acontecia com nossa seleção em campo !
    Não havia ainda a TV, e o rádio era o nosso meio de comunicação !
    Quando terminou o jogo contra a Suécia, com o Brasil se sagrando campeão do mundo, boa parte da cidade foi festejar na praça, participando das comemorações poucos veículos, pois naquela época podia se contar nos dedos quem possuia um !!!

    1. Oi ,Ju vc esta falando do bar que ficava em baixo do clube.E o bar do Didico que vendia passagens de onibus.Por falar nisso eu era muito amigo do filho do Didico o Francisco.A namorada dele era amiga da minha namorada.Quntos carnavais nesse Clube.

  20. sou da familia nogueira de andrade. nasci e vivi em Guaranésia até os 12 anos. conheci esse site por acaso pesquisando sobre roberto stanganelli, o qual não sabia que era também de guaranésia. viajei no tempo lendo os comentarios, lembrando do tempo que brincava no coreto em frente a igreja,via as pessoas dar volta a praça paquerando ao som de agnaldo timoteo, meu grito, roberto carlos e outros sucessos de 1968.ia nas matines, só para assistir aqueles seriados antes dos filmes, pulava carnaval naquele salão da esquina da praça, comia o famoso bauru dos bares dali sentado naqueles banco com nome de familia peroco e outros, lembro me das procissões. Havia uma que eu adorava, só lembro que um monte de menininhas vestidas de anjos ,subia numa escada alta ao altar e coroava a santa no altar. eu tinha medo de entrar na igreja no tempo da quaresma, de ver todos aqueles santos com o rosto tampados com um pano preto.estudei no Carvalho pinto, Guaranésia era tudo, pena que meu pai na época, desgostoso pelo desastre que acontececeu com nossa casa, mudamos para são paulo. Alguem numa madrugada empurraram um caminhão velho ladeira abaixo, e ele destruiu toda a frente da casa. Infelismente nao descobriram quem foram até hoje.
    geraldo nogueira

    1. Prezado Geraldo,
      Foi com prazer que recebemos sua mensagem no Guaranésia Memórias. Se não me engano, me lembro desse acidente que fui ver. Eu era bem garoto e vivia em Guaranésia também.
      Sua mensagem e lembranças nos ajudam a resgatar a história da cidade.
      um grande abraço
      Prof. Ivan

  21. Amigos
    ouço minha mae contar histórias de sua cidade natal e sempre tive muita curiosidade de conhecer parte da familia que nunca vi, meu avô chamava-se Pedro maria salcedo , minha avó Tereza candida Franco , e tiveram varios filhos, meu pai chamava se Izaias de las neves, e ele tinha irmãos que residiam em guaranesia ,Pedro maria, Vitor Maria , Sonia maria , e uma tia que mora em campinas de nome Tereza,a familia possia um sitio em guaranesia que foi vendido com a morte de meu avô , se alguém tiver alguma noticia por gentileza me conte…… meu nome é maria teresa e moro em são paulo , meu email las_neves@hotmail.com
    obrigada

    1. Maria Teresa,conheci muito a familia Salcedo, o seu avô Pedro Maria, sua avò Tereza, todos. Seu pai Izaias. O seu avô morava no sitio, ele era um leitor voraz, assinava jornal, estava por dentro de tudo que acontecia no mundo. Entrarei em contato com você por emais. Conheci todos, tenho muito para falar.

      Até mais

      Abraços yvany

      Email yvanyvila@terra.com.br

  22. Olá, vi que tem uma família Delfino na seção de famílias portuguesas, talvez seja do meu trisavô, ele se chama Israel Delfino Guerra, foi oficial de justiça na cidade de Guaranésia durante um tempo, talvez no início do século 20. ele teve uns 10 filhos, se alguém puder me ajudar com informações eu agradeço.
    meu e-mail:

    ribeiro_2006@hotmail.com

  23. Olá Prof. Ivan,
    Parabéns pelo site! Realmente muito rico em informações históricas e preocupado com a preservação da memória cultural da cidade! Passei horas por aqui em leituras muito prazerosas e curiosas…aprendi e revivi muita coisa! Conteúdo raro e excelente, tanto nos textos quanto nas ilustrações.
    Grande abraço,
    André Pitondo

      1. Olá Ivan,
        Certamente será um prazer enviar um resumo da história da nossa familia! Pedirei para minha mãe (Leninha Pitondo) elaborar o texto resumido e, quando puder, lhe enviarei juntamente com algumas fotos!
        A propósito, para qual e-mail devo enviar?
        Abraço
        André

  24. Fiquei maravilhado com este site, e sobretudo pelo empenho de vocês em preservar as edificações históricas da cidade.
    Sou arquiteto e tive a oportunidade de conhecer Guaranésia este ano.
    Abraços a todos e parabéns pelo trabalho!

  25. Morei no bairro da Varzea na minha infancia na chacara com meus avós, eu e mnha prima Luciana brincavamos tanto no Matadouro Municipal, saudades…vontade chorar….lindo tudo isso

    1. Olá, Aretusa. Quem são seus avós? Por que eu nasci e cresci na Várzea, então provavelmente eu os conhecí. Em que época e em qual chácara? Hoje tenho 53 anos, moro em Cuiabá, mas morei em Guaranesia até 1977. De repente temos muitas histórias pra contar. Aguardo resposta. Grata, Márcia.

  26. Uma vez que as raízes são plantadas, mesmo que arrancados da nossa terra, o nosso vestígio sempre estará por lá…
    “Guaranésia das tardes silenciosas…”

  27. Hoje quero parabenizar esta cidade por uma evolução maravilhosa
    e por ser uma cidade pequena mas acolhedora , durante quase 14 anos eu vivi nesta pequena cidade , tive uma infãncia maravilhosa hoje eu moro em são paulo mas meus pais e meus irmãos moram ai nesta tão aconchegante cidade..,sempre que posso passo minhas férias , natal e ano novo ai se deus quiser dentro de 3 anos estarei devolta morando nesta tão pequena e aconchegante cidade de guaranésia parabens

  28. olá amei esta materia sobre esta pequena ,mas aconchegante cidade…
    tambem ja fiz parte dela , morei ai dos meus 3 aos 14 anos,tenho exelentes lembranças dai..hoje meus pais e meus irmãos ainda faz parte desta tão aconchegante cidade
    parabens guaranésia que cada ano consiga evoluir mais

  29. Fiquei emocionado com as palavras da Margarida, á uns 40 anos atras era chamada de Dona Margarida minha professora de catecismo. Parabens Margarida voce continua a menina poeta da minha infancia..haa saudades….saudades…saudades

  30. Nasci em uma casa perto da Fábrica de Tecidos Santa Margarida. Cresci em uma chácara ao lado da ferrovia. Conheci a Maria Fumaça e a locomotiva a Diesel, enquanto me equilibrava sobre os trilhos da “linha do trem” com meus amigos a caminho da escola. Primeiro para o Grupo escolar Carvalho Brito, depois para o Ginásio Municipal de Guaranésia.
    A linha era a melhor parte do caminho, cheia de curvas, pedras e dormentes, que dava suporte para brincadeiras e se tornava tema de “casos de mortes e assobrações”. Hoje, seus trilhos já foram arrancados. Sei que inúmeros fatores obrigam a destruir certas coisas. Mas, fica na memória as imagens e o cheiro do capim “erva cidreira” que margeava a estrada de ferro.
    Pena que outras crianças não se equilibrarão em seus trilhos, não pularão em seus dormentes, nem separarão pedras por tamanho e formas. nem poderão perceber que se os trilhos pareciam se encontrar em certo ponto de uma reta, era ilusão de ótica antecipando o fato de que, como dizia o professor de matemática, o Dr João Peroco: ” as paralelas só se encontram no infinito”
    Saudades….

  31. Oi Ivan, então, cresci brincando no terreirão da Dona Tavica e do Seu Tonico seus avos…sempre ia lá tomar um cafezinho e comer bolo..
    eu e uma amiga de infancia a Maria Bueno..filha do seu Manuel!!!
    foram momentos inesqueciveis!!!
    Abçs!!!!

  32. Olá, achei mto interessante a pesquisa,
    Sou prima da Yvany Dias Vila,
    e filha de Josë Vila Gonçalves ( Pepe Vila).
    Nasci e cresci, vivi uma parte maravilhosa de minha vida em Guaranésia!
    que já não é mais a mesma!
    Lembro me dos passeios na praça, e os Bailes nas fazendas das redondezas…mts saudades…
    Passei minha infancia brincando nas pedreiras dos vilas…e correndo nos corredores de telhas da ceramica do Dirceu!!!!
    São lembranças que ficaram na memória…

      1. Ivan, morávamos na Várzea, de 1960 a 1977, inclusive íamos muito na cerâmica brincar. Voce conheceu meu irmao Marcelo, do Tião Traia? Tínhamos venda perto da ponte, e lembramos muito do Dirceu e do Bacurau. Como eles estão?

      2. Rosa Maria Vila,
        Sou prima do Ivan, e lendo os comentários, vi que vc se referiu à cerâmica do meu pai, o Dirceu, e que tbem perguntou por eles…pois é, papai e Bacurau já falecidos…
        Bj

    1. Olá, Rosa. Sou Marcia. Tenho 53 anos, casada, com 02 filhos e nasci em Guaranesia, e vivi na Varzea ate os 16 anos. Em janeiro/77 vim com meus pais pra Cuiaba/MT, onde moro ate hoje. Ano passado aposentei pela Caixa Econ. Federal e em abril deste ano, visitei Guaranesia por 02 dias, e consegui visitar somente o Grupo Carvalho Brito, a Casa de Memórias, a D.Rute do Miguel Moreno (que estava com seu filho Mathias doente), minha amiga de escola Soninha do Celeirinho, minha tia Dilma Medeiros e meu tio Sinesio (taxista), a Varzea onde sempre vivi. Fiquei emocionada ao ver a casa que morei (logo após a ponte), pra quem desce a Julio Tavares era a primeira do lado esquerdo, e que me trouxe tantas recordações, da cerâmica, que a gente também brincava lá, de uma enchente que cobriu todo o campinho de futebol perto da olaria e do antigo matadouro, e quase a cidade inteira desceu para nadar, como se fosse um piscinão; da minha amiga de infancia Marta e seus irmãos (hoje ela tem um restaurante na Varzea). Recordei-me das nossas idas para as fazendas e o rio dos Vilas, das queimadas na rua (ate as meninas do Carmo Romanelli iam pra la jogar), das festas na praça com correio elegante e tudo, dos desfiles, do cinema (tinha uma amiga que morava ao lado RITA LUCIA). Íamos ainda na estação esperar o trem chegar, e andar nos trilhos. Uma vez fomos em uma feira de ciências de trem, para Passos. A gente tomava banho também no rio da Varzea, mas era mais pra cima, e havia muita água. Dos bailes no clube na esquina da praça da Matriz. Estudei no Carvalho Brito e no Alice A.Dourado, deve ter sido de 66,67 a 76. Tenho muitas saudades daquele tempo, dos professores e amigos. Fazia trabalhos da escola com a Soninha, a Raquel de Marco, a Ana Beatriz, a Regina, Valéria Segreti e outros. Tenho saudades de tudo, e não tem como não gostar de Guaranésia e não sentir falta. Se pudesse voltaria a morar nessa cidade. Você conhece minha família Medeiros? E o pessoal do Zé Vilas Boas, tem alguma notícia? Meu contato: fone: 65-3661-7657, E-Mail: anaclaudia17a@hotmail.com , de minha filha. Um abraço, e até um próximo contato.

  33. Sr. Wilson, sessenta anos se passaram… estou pesquisando na Internet,
    tudo indica, que o senhor esteja certo a respeito do Rio Canoas… afinal tudo muda, nada é estático. Por favor, nos esclareça sobre a Hidrografia
    do Muncípio.
    Obrigada.
    Abraços yvany

    yvanyvila@terra.com.br

  34. Sr. Wilson, sempre soube que o Rio que passa na Varzea é o Rio Canoas… acho que o Sr. Juscelino está certo…quando estudei no Grupo Escolar Carvalho Brito há a 60 anos atrás, aprendi que esse Rio era O Canoas… O primeiro nome da Cidade foi Santa Bárbara das Canoas por
    causa do Rio…e que o Rio recebeu esse nome em homenagem a um morador de suas margens, cujo apelido era Canoas.
    Dentre os afluentes do Rio Canoas estão os corregos: Bebedouro, Cachoeira, Ipiranga e muitos outros… se não me falha a memória, o Rio Canos nasce no Bugio…
    Um abraço
    Yvany

  35. GENTE EU MOREI NA CASA DEMOLIDA, existia pinturas por toda casa, havia um piano em um dos corredores, e havia uma pequena fonte no quintal, tinha flores ortencias plantadas, e havia um enorme pé de abacate. O porão, me lembro de brincar no porão, ainda me vem a memória os papeis de parede desta casa, infelizmente destruida.

  36. Morei do lado direito da Praça Cel. Fco de Paula Ribeiro, em um casarão amarelo que existia ali, a ultima vez que estive em guaranesia, mais ou menos 16 anos, metade havia sido demolido. Fico emocionada de ver fotos que lembra minha infancia. Vivi em guaranésia até 1982, tenho saudades da biblioteca. Ainda existe? Sonho com a rua do cinema, com os ypês… saudades sem fim

  37. Sr. Wilson de Andrade Silva.
    Obrigado pela correção, morei em Guaranésia a muitos anos,quando ainda era criança, e, pensava que o rio da varzea fosse o Canoas.
    O Canoas fica onde era a Fazenda dos Vila, atrás do antigo cinema São José? Também notei diversas casas novas próximas ao rio, dando a entender que era um loteamento novo.
    Fiquei muito surpreso, pois o rio que tinha na memória era outro, caudeloso, majestoso, e não um filete de água.
    Nas suas águas límpidas aprendi a nadar(antigo poço do bambú), ia pescar sempre com o meu pai, era maravilhoso.
    Durante muitos e muitos anos que passei longe de Guaranésia, tinha ainda na memória aquele rio do meu tempo de criança, por isso fiquei tão chocado em ver o estado que se encontra atualmente.

  38. só fazendo uma pequena correção,o rio a que vcs se referem não é o canoas e sim o ribeirão santa barbara mais popularmente conhecido como rio da varzea,o que não muda a gravissima situação em que o mesmo se encontra,quase seco e com o pouco de agua que sobrou totalmente poluidas por esgoto da cidade!

  39. A tempos atrás estive em Guaranésia e dei umas voltas pelas ruas próximas ao centro onde morava, e notei que a cidade tem uma iluminação bem precaria, a escuridão não difere quase nada da minha época.

  40. Estou montando um albúm com fotos antigas de Guaranésia no periódo compreendido entre 1958 e 1963.
    Estou precisando das seguintes fotos: saída ou entrada das crianças no Grupo Escolar Carvalho Brito; festas de Santo Antonio e Santa Bárbara: desfile escolar de 7 de setembro; desfile de blocos carnavalescos; procissão da Semana Santa.
    Caso alguém tenha os originais e queira fazer uma cópia pagarei bem pelos serviços prestados. As fotos tem que constar a data.
    Entrar em contacto com: juscelinocostta@yahoo.com.br

  41. Ivan,

    Parabéns pelo belo trabalho e fico muito feliz por existir pessoas iguais a vc que fazem um trabalho insessante para que a memória de Guaranésia seja preservada.

    Adoro essa cidade como poucos e tenho amigos aí que fazem parte da minha vida.

    Abraço!

  42. Ivan,

    Talvez não lembra de mim, mas estudei com a Dona Vera para entrar no Ginásio… ADMISSÃO LEMBRA?
    Por favor, se possível gostaria de receber duas fotos:
    Uma da Vila Operária por volta dos anos 60…70, e a outra da Sapataria do Sr. Tonico Paleta, que foi o meu primeiro emprego.
    Parabéns, pela divulgação da nossa Cidade, que deixei em 1972 com 19 anos, mas sempre estou por aí.
    Um dia a gente se encontra.

    Abraços,

  43. Existia um chafariz que ficava na esquina da Rua Cardeal Carmelo com a
    Av Rebouças ou Rua Quintino Bocaiuva com Rebouças??? Não me lembro o local exato, mas lembro do chafariz….nas decadas de 40 e 50…todo o pessoal que vinha da roça, parava ali para dar agua aos animais…Nós vinhamos da roça de charrete, parava na ida e na volta para o cavalo beber agua…
    Alguem algum dia, deve ter fotografado esse chafariz…

    1. Morei ali perto… o bebedouro dos animais era no “y” formado entre duas ruas. Bico da praça da atual prefeitura, praça Rui Barbosa. Rua Wenceslau de Almeida com quase início da Rua Major Urias, co Avenida Rebouças… melhor olhar o entroncamento no Google Maps…

  44. Ivany, outro fato que me causou surpresa na minha última visita á Guaranésia foi o loteamento que fizeram ás margens do Rio Canoas. Passei em frente ao antigo cine São José vindo da Várzea, e desci algumas ruas, quando dei por mim estava em uma rua próxima ao rio Canoas, mais um pouco entraria com o carro dentro da água, que absurdo.
    Não existe em Guaranésia nenhuma lei municipal proibindo construção de moradias perto de mananciais? As casas são novas, construidas a pouco tempo, ninguém protestou contra isso. Na minha cidade salvamos uma paineira de 130 anos onde iria passar a pista de uma marginal, fizemos a prefeitura mudar o trajeto, foi feito vigilia dia e noite, mas a paineira esta lá, são e salva.
    Por que os grupos ecológicos da cidade não fundam um organização para defender o Canoas?
    O que não pode é ficar de braços cruzados esperando acontecer, o Canoas faz parte da história da cidade.
    Um abraço!

  45. Juscelino, realmente o nosso Rio Canoas já não é o mesmo…O desmatamento está acabando com ele…nasci, cresci, passei a infancia
    e a adolescencia em Guaranésia… muitas nascentes que conheci,
    hoje não existem mais, secaram. O desmatamento ao longo de 50
    anos modificou muito a paisagem…caminho muito pelos sitios, não
    se ve nenhuma ave ou bicho atravessar o caminho:inhambu, codorna,
    tatu, viado…animais que há 50 anos atrás cruzava a todo momento o nosso
    caminho…Hoje se existem, são raros, não se ve uma ave dessas pelos caminhos…
    As matas ciliares quase inexistem ao longo do Rio Canoas…
    É o preço que pagamos pelo avanço da tecnologia, que facilita a vida, mas ao memo
    tempo destroi a natureza em nome do progresso…

    um abraço

    Yvany

  46. Na minha última visita á Guaranésia resolvi dar um pulo até a várzea com a finalidade de ver o velho rio Canoas, mas para minha surpresa o rio não existe mais, apenas um filete de água. O que aconteceu com o Canoas?
    Outrora cheio de vida, com seu grande volume de água, corria magestoso inundando tudo na época das enchentes. Aprendi a nadar nêle, lembro também das pescarias que fazia com meu pai, ah velho Canoas, que fizeram com você.
    Lembro como se fosse ontem das enchentes da varzea, as casas ribeirinhas alagadas, era um mar de água. Também do batismo que os evangélicos faziam em suas margens.

  47. em dezembro de 1998. eu conheci meu amor nesta cidade atravez de um convite pela internete, e me apaixonei , se sou feliz hoje, e´´ por conhecer esta cidade que apezar de ser pequena, e´´ muito aconchegante e acolhedora, amei guaranesia, e jamais esquecerei, concerteza voltarei e taLVEZ VENHA MORAR AQUI O NAO QUE VEM. OBRIGADO MINAS GERAIS POR ME FAZER TAÕ FELIZ, MUITO OBRIGADO..

  48. Aquele lugar era assim……….. final da década de 50, rua Floriano Peixoto,próximo ao antigo cartório de registro civil. Após ás 18h00 as pessoas costumavam colocar cadeiras nas calçadas, em frente de suas casas. Era lindo de se ver, país, filhos, vizinhos, todos irmanados num alegre bate-papo. A criançada, em sua maioria, só saia para brincar quando acabava a novela do Jeronimo( no rádio ), o herói do Sertão, ás 19h00.Era brincadeira de todo tipo, chicotinho queimado, pick, esconde-esconde, e outras.
    A rua era de terra, como carro era uma raridade, a brincadeira corria á vontade sem maiores preocupações. Aproximadamente ás 21h00 as pessoas se recolhiam, mais um dia que se findava.

  49. Fabiana Baroni, nessa época eu era muito criança mas lembro bem da primeira TV em Guaranésia, só lembrava que foi instalada numa casa próxima a um posto de gasolina, cujo proprietário era também dono do posto, na rua Santa Bárbara, em frente á casa dos Nardi. Foi realmente um acontecimento, fazia fila para ver “aquilo”, só que a danada não pegava nada, era um festival de chuviscos, mesmo assim fiquei abismado. Aconteceu um caso engraçado na segunda vez que entrei na fila para assistir á TV, nunca mais esqueço, um senhor já muito velho alertava a criançada para não entrar para ver”aquilo”, pois era “coisa do diabo “, até hoje dou risada ao lembrar desse episódio.

  50. Meu pai era militar, diversas vezes entrei nessa cadeia para falar com êle, que doce recordação esta foto traz.
    Em frente ao prédio tinha um jardim bem cuidado, formado por arbustos popularmente conhecido por bruxinha. Na calçada, na parte externa da cadeia, tinha um banco de madeira, onde eu gostava de sentar com meu pai e ficar conversando.
    Naquela época os veículos eram emplacados na rua, em frente á cadeia, também as bicicletas.
    Meu pai adorava esta cidade, dizia que não sairia mais de Guaranésia, seu desejo se realizou.

  51. Meu bisavô Antonio Romanelli Sobrinho, mais ou menos em 1958, foi o primeiro morador de Guaranésia a ter uma televisão e o primeiro a colocar antena na fazenda Pontal, esse foi um marco da história de nossa cidade.
    Sou filha de Lucy Romanelli Dias Porto Baroni e de Aristeu Baroni.
    A mãe de minha mãe é Lourdes Romanelli Dias Porto e Milton Dias Porto.
    Vou tentar arrumar fotos para vcs.
    Foi ele q contruiu o primeiro posto e o segundo posto de gasolina. O 1º foi onde é o do Esso e o 2º onde se localiza até hoje, mas sem funcionamento o Ipiranga, ele foi guerreiro no começo do progresso de gnésia.

  52. ola mauricio minchillo,por acaso voce e parente de joaninho minchillo, que tinha um aramzem ai numa baixada, pois e eu sou filho de benedito fernandes dos reis, neto de josé custodio que morava nafazenda da onça, hoje 6-9-2009 sem querer localizei esta fotos que o prof. ivan colocou ai e santi uma saudade danada, meu tio que viveu sempre ai em guaranesia, era muito conhecido de seu avo ou bisavo, não sei, ele era o pipoqueiro da praça, jose fernandes, minha tia era dona Dorva, abraço..

  53. olá tudo bem?
    adorei ver essa maravilhosa reportagem de guaranésia, já que fiz parte dessa cidade, bela, porém descuidada por tantos.
    continue sempre nos mostrando um pouquinho desse lugar pelo qual sentimos saudades e esperamos que um dia possamos nos orgulhar em sermos guaranesianos. maravilhoso seu trabalho! abraços a todos

  54. Prezados visitantes do site
    Tenho 48 anos e sou neto de Synesio Pinheiro da Silva e Orvalina Pinheiro da Silva.
    Meu avô faleceu +/- em 1965 e minha avó faz uns 6 anos.
    Meu pai também faleceu em 1994 e se chamava Luiz Gonzaga Pinheiro (Luizinho).
    Queria saber se alguém se lembra dele e se sabe histórias dele.
    Ele saiu de Guaranésia com +/- 18 anos.
    Abraço a todos!

  55. Comentário: Lembro bem do pontilhão da linha que existia sobre o rio,sentido guaranésia a catitó. Todos os domingos iamos brincar no areîão proximo do pontilhão, esperavamos o trem da tarde passar e voltavamos brincando pela linha até a estação. Ouvi dizer que o pontilhão não existe mais,Eu Edson morava na estação meu pai era o Chefe da estação nessa época ( 1972 a 1976)

    1. Edson Franco de Godoy!

      Me lembro de você, um colega alto que usava óculos e sempre se identificava como: “Filho do Chefe”.
      Tenho muita saudade daqueles tempos.
      Hoje moro em Santo André-SP, mas minha mãe ainda está em Guaranésia e vou sempre lá.
      Abraços.
      Sérgio

      1. Caro colega Sergio Paulo Marques,tudo bem com voce,como anda
        a nossa querida guaranesia.lembra quando estudamos junto no
        Alice Autran Dourado,em 1974 fizemos a 5*serie no horario da
        tarde,lembro de quase todo o pessoal da nossa classe daquela
        época,nossos saudosos professores Dr.joão Perocco.a D.Piida
        D.dede,D.lila , e de varios colegas a Juliana Salomao,a Soraia
        Heluani,o Dalmo rosseti,emfim de todos ,eu era conhecido como
        filho do Chefe,meu pai era o chefe da Estação
        Felicidades a todos – Edson – cidade de Paulinia SP

    2. Olá, Edson, como vai? Nós éramos amigos de infância e brincàvamos na estação do trem, com as carriolas e seus carrinhos, aliás, diga-se de passagem, eram poucos meninos que possuiam tantos carrinhos de brinquedos como você. Também, Lembro do seu pai e sua mãe, com seus sutaques paulistas….
      Um abraço
      Landinho

      1. Primeiramente gostaria de agradecer ao criador deste Blog, pois através dele conseguimos reviver momentos e principalmente relembrar as histórias tão emocionantes que meu Pai ANTONIO ROCHA (TELECO) me contava!!!Que saudades de ouvir meu Pai emocionado relembrar cada momento vivido nessa cidade tão querida!!!Nasci em São Paulo/Capital, mas amo Guaranésia e sempre que posso faço questão em lá retornar!!!Meu Pai foi recolhido para descansar junto de Deus em 2003, mas lembro de cada detalhe contado por ele!!!Gostaria muito de poder conversar com alguém que se lembre do meu Amado Pai TELECO!!!Feliz Demais Com Essas Lembranças!!!Saudade é Tudo Aquilo Que Fica Do Que Não Ficou!!!Bjs No Coração de Cada Um de Vocês!!!Carla Vergílio Rocga de Andrade.

  56. E aí meus amigos,

    Este site é muito importante, minha avó morava na fazenda Ipiranga, por volta de 1935 mais ou menos, hoje cheguei em casa para trabalhar no computador e encontrei com minha avó sozinha, estava pensativa e perguntei se estava pensando em algo….E estava, lá em guaranésia, nós moramos em Jundiaí – SP, quando procurei alguma coisa que falava de sua terra, encontrei este site.
    Para minha surpresa, tinha quase tudo que lembrava de sua infância, o meu bisavô se chamava JOSÉ MARIA FIRBIDA, carroceiro e trabalhava em uma oficina pertinho da escola, que tinha como administrador João Victor.
    Minha avó é Antonia Firbida.

    Se conseguirem algumas informações a mais, favor publicarem e me enviarem….

    Um abraço,

    Denis de Moraes

  57. OLA MEU CARO IVAN.. FICOI PARTICULARMENTE EMOCIONADO POR VER ESTE TRABALHO, SOBRETUDO PORQUE FIZ PARTE DESSA HISTÓRIA.
    GOSTEI MUITO E CONTINUE ASSIM… DIVULGUE.. PARABÉNS CARA. VOCE ACERTOU NA VEIA

    ABS

    MARCOS DAVID

    1. Prezado colaborador do Guaranésia Memórias.
      Estamos sempre procurando mais informações sobre o passado de nossas famílias, nossas “estórias”, a história da nossa cidade.
      Se tiverem fotos… enviem. Serão muito bem vindas.
      Att
      Prof. Ivan

    2. Marcos David, você não é irmão da Santinha que moravam numa chacara na Várzea, essa chacara a gente passava perto do pasto da costureira Firmina e então chegava na porteira da chacara de seus pais. Caso não, você conheceu esse pessoal?

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