Cia. Mogyana de Estrada de Ferro

Página

A Cia Mogyana de Estrada de Ferro em Guaranésia

Vídeo: Passeio de Trem “Maria Fumaça”
passeio

Novas informações enviadas por Edson Franco de Godoy sobre a estação e seus funcionários:

Caro Ivan,bom dia.
sobre o meu pai, (Sr.Wilson Chefe da Estação) vou dar alguns detalhes: nós somos de Socorro SP,meu pai entrou na extinta Companhia Mogiana em 1950, com telegrafista sua primeira estação foi em Amparo SP,depois em Monte Alegre do Sul tambem proximo de Amparo,em seguida foi removido para a estação de Sapucai no ramal de Itapira ate 1959,em 1959 foi removido de volta para o ramal de Socorro,onde foi promovido a Chefe de Estação em Visconde de Soutelo,onde morava nossos familiares e ficou até o fechamento do Ramal de Socorro em 1966,quando foi transferido para a estação de Monte Cristo ramal de Juréia proximo de Guaxupe,onde tambem fechou o ramal em 1966,após isso voltamos para a estação de Arcadas até o fechamento do resto do ramal de Amparo,depois ele foi para a estação de Carlos Gomes linha tronco proximo de Jaguariuna isso em 1967.um ano depois fechou Carlos Gomes e foi removido para a estação de Anhumas proximo de Campinas onde ficou até 1972,com a criação da Fepasa em 1971,meu pai foi transferido para Guaranésia onde moramos até Dezembro de 1976 pois o ramal já estava em decadência,depois fomos para estação de São José do Rio Pardo,com a queda da ponte na enchente de 19/01/77 o tráfego dos trens foram cancelados.após isso meu pai foi removido para Mogi Mirim onde ficou até Maio de 1979,com o fim da estação de Mogi Mirim devido ao traçado novo a linha ficou fora da cidade,e com isso meu pai foi tranferido para Mogi Guaçu nova e depois para a estação de Bauxita no ramal de Poços de Caldas onde aposentou-se completando seus 30 anos de ferrovia no dia 01/05/1980 na função de Chefe de Estação C,mas  ficou só 01 ano aposentado,vei a falecer em 21/08/1981 vitima de um derrame cerebral,agora á 03 anos atrás minha mãe tambem faleceu.
Ivan isto é um comentário sobre a vida de meu pai na saudosa ferrovia do nosso passado.
Edson.

Sr.Wilson - Chefe da Estação

Sr.Wilson – Chefe da Estação

Trem na Estação de Guaranésia - Década de 1970

Trem na Estação de Guaranésia – Década de 1970

Pessoal na Estação Guaranésia

Pessoal na Estação Guaranésia

Estação Guaranésia

Estação Guaranésia

Assista um vídeo de passeio na “Maria Fumaça” (clique aqui)

HISTORICO DA LINHA: O ramal de Passos foi inaugurado em seu primeiro trecho de 15 quilômetros ligando Guaxupé a Guaranésia, em 1912. Foi sendo prolongado aos poucos, chegando a Passos, onde terminava, somente em 1921. Em 1976, o tráfego de passageiros foi eliminado, sobrando os cargueiros, que, com o tempo, passaram a atender somente ao carregamento de cimento da fábrica de Itaú de Minas, e vindo não por Guaxupé, mas por São Sebastião do Paraíso, ali chegando pela antiga linha da São Paulo-Minas. Com isso, o trecho entre Guaxupé e S. S. Paraíso foi abandonado, e teve os trilhos retirados por volta de 1990. O trecho entre Paraíso e Itaú de Minas ainda tem seus trilhos, mas as cargas de cimento deixaram de circular já há anos e o abandono da linha é total. O trecho final até Passos teve também os trilhos retirados.

Data de construção do prédio atual: 1912

A ESTAÇÃO: A estação de Guaranésia era a primeira do ramal de Passos, distando 15 quilômetros da estação inicial de Guaxupé. Foi inaugurada em junho de 1912, permanecendo por dois ou três meses como ponta do ramal, até ele ser prolongado até Catitó. “Guaranésia é a cidade onde meu pai nasceu. Embarquei e desembarquei nessa estação muitas vezes. Minha familia é original de Três Pontas, MG. Meus bisavôs Andre Torres (português) e Elisa Becker (alemã) tiveram 5 ou 6 filhos, entre eles meu avô, Pedro. Quando meu avô ainda era pequeno, a família foi tentar a vida em Ipaussu, SP. Meu bisavô, alarmado com a alta incidência do que eles chamavam de “maleita” (malária), resolveu retornar para Minas, mas não para Três Pontas e sim para Guaranésia, que na ocasião ainda se chamava Santa Bárbara das Canoas (antes de 1901, portanto). Meu pai Dorivaldo, o último de uma fila de 10 irmãos, nasceu em 3/10/1930, dia da eclosão da revolução que acabou com a República Velha e instaurou o governo de Getulio Vargas. Como Guaranésia está a poucos quilômetros da divisa com São Paulo, a cidade foi rapidamente tomada por tropas revolucionárias mineiras; a população em pânico se escondeu onde era possível e minha avó deu a luz a meu pai no porão da casa. Houve correrias e tiros foram trocados entre os revolucio-nários e a incipiente guarnição policial local. Um dos tiros passou pela janela do porão onde minha família se escondia e quase acertou minha tia Alice, ainda bem pequena, abrindo um rombo na parede, logo atrás dela. Segundo meu avô, a Mogiana chegou em Guaranésia no mesmo ano em foi inaugurada a energia elétrica, fornecida pela usina hidrelétrica de Caconde, SP. Na inauguração da estação houve os festejos de praxe e o primeiro trem, procedente de Guaxupé, trazia o Eng. André Reboucas à frente da locomotiva, em pé sobre o parachoques. A rua que liga o centro da cidade à estação tem, por isso o nome de Avenida Rebouças. Meu avô era proprietário de uma mercearia (“venda”, como são chamados estes estabelecimentos no interior) e sempre mencionava o fato de que grande parte dos produtos manufa-turados que ele vendia vinham de trem. Era comum ir de carroça até a estação para receber as mercadorias despachadas pelos fornecedores, cujos pedidos eram tirados pelos vendedores (“viajantes”), que passavam por lá uma vez por mês, também com o trem. Interessante notar que na época as garrafas de cervejas e refrigerantes (já da Antarctica) vinham embaladas em caixas de madeira, protegidas individualmente por folhas de palha de milho. Estas bebidas eram vendidas a temperatura ambiente, pois eram raros os estabelecimentos que possuíam algum tipo de refrigeração. Como Guaranésia sempre foi uma cidade muito pequena, as escolas locais somente proporcionavam ensino ate o nível ginasial. Um irmão menor de meu pai, o único de todos que conseguiu freqüentar a universidade onde se tornaria médico teve que cursar o colegial na cidade vizinha de Guaxupé. Ele diariamen-te tomava o trem pela manha e retornava à tarde, utilizando os passes mensais que a Mogiana vendia. Como as perspectivas de melhoria de vida eram muitíssimo limitadas em Guaranésia, era muito comum os mais jovens deixarem a cidade para tentar a vida em São Paulo, Campinas ou Ribeirão Preto, no Estado de São Paulo. Isso acontecia com freqüência, a exemplo de minha família, onde somente um de meus tios permaneceu por lá. Assim, alguns matutos ao virem para São Paulo, muitas vezes viajavam de trem pela primeira vez na vida. Houve casos de passageiros que na hora de fazer a baldeação em Casa Branca se equivocavam e tomavam o trem que voltava para Passos (ao invés do trem para Campinas), e após muitas horas de viagem estavam de volta em Guaranésia… De um bando de primas que meu pai tinha, a única que conseguiu se casar morreu logo depois juntamente com o marido, quando o carro em que estavam foi colhido por um cargueiro da Mogiana, numa passagem de nível perto da cidade. A primeira vez em que fui à estação foi em 1971, ainda como Mogiana. Depois de muito insistir, meu tio me levou ate lá para ver a chegada do trem da tarde, que vinha de Casa Branca, Campinas e São Paulo. Era uma composição de três carros de madeira (primeira, com buffet, segunda e carro-bagagem) rebocados por uma GL8. Nada impressionante em termos ferro-viários, mas, enfim, era a Mogiana, ao vivo e em cores. A viagem de São Paulo a Guaranésia tinha cerca de 350 km e durava aproximadamente oito horas. Circulavam pelo ramal de Passos quatro trens de passageiros por dia, um diurno e um noturno em cada sentido. Também havia duas litorinas, mas estas somente iam até Guaxupé. Nos trens diurnos, havia baldeações em Campinas (da Mogiana para a Paulista) e Casa Branca-nova, do tronco para o ramal. Nos trens noturnos havia baldeação somente em Campinas, uma vez que o trem do ramal de Passos (NP1) já saía de lá ligado na cauda do N1, que era o noturno que corria no tronco, de Campinas a Araguari. Em Casa Branca-nova as composições eram separadas. Também corria um carro dormi-tório de Campinas a Guaxupé, que foi suprimido logo apos a criação da Fepasa, em fins de 1971. Originariamente as compo-sições do ramal eram compostas de carros de madeira, sendo posteriormente substituídos por carros de aço pintados de azul e branco, da Fepasa. Estes carros de aço eram aqueles construídos pela Mogiana, embora tenham circulado por lá alguns “Ouro Verde” ex-Sorocabana, igualmente pintados de azul e branco. É interessante mencionar que havia um carro Ouro Verde, ex-restaurante, transformado pela Fepasa em carro de primeira com buffet, especialmente para circular nesse ramal. A tração ficava sempre a cargo das GL8, já que as G12 eram muito pesadas para aquela linha. Em 1976 a Fepasa suprimiu boa parte dos trens de passageiros dos ramais, e ali passaram a circular somente os noturnos. Em 1977, uma pequena ponte próxima a São José do Rio Pardo foi destruída pelas chuvas e este fato foi usado como pretexto para interromper de uma vez o tráfego no ramal. Desde então, o ramal ficou praticamente abandonado, circulando apenas os trens de cimento entre S.Sebastião do Paraíso e Itaú de Minas, procedentes de Ribeirão Preto, pela linha da antiga São Paulo-Minas. Em 1985, na última vez que estive na cidade, a estação de Guaranésia estava totalmente abandonada, porém ainda com os trilhos. Todas as passagens de nível dentro da cidade já haviam sido asfaltadas pela prefeitura local. Nessa mesma época, a estação de Guaxupé ainda estava ativa, porém despachando cargas via rodoviária, já que a mesma estava isolada pela via ferroviária. O pátio estava abandonado, assim como o depósito de locomotivas que lá havia” (Maurício Torres, 12/2001). Os trilhos foram retirados por volta de 1990. “A estação hoje está abando-nada. uma senhora que mora na vizinhança me disse que lá funciona uma creche, um tipo de centro de recreação para tirar as crianças das ruas; isso explica as traves de futebol improvi-sadas. mas um ex- telegrafista da fepasa, hoje aposentado, que mora em frente à estação, disse que não é bem assim ­ a casa é ocupada por andarilhos ocasionalmente, mas está abandonada; o centro de recreação quase não funciona, é mais uma desculpa, uma tentativa da comunidade de preservar o local como seu patrimônio. está em mau estado de conservação, com portas e janelas quebradas, e está sem trilhos” (Rossana Romualdo, 07/2001).

84 comentários sobre “Cia. Mogyana de Estrada de Ferro

  1. Edmar jose penaforte

    sabe dizer quem é a pessoa que esta subindo na locomotiva meu pai era maquinista em sao sebastiao do paraiso o nome dele era jose ferreira penaforte trabalhou 30 anos de maquinista e 12 de inspetor de maquinista

  2. Quem tiver saudades dos trens da Mogiana, podem reviver com o passeio da ABPF-Associação Brasileira de Preservação Ferroviária, em Campinas SP. O trem parte as 10h10m da estação da Mogiana de Anhumas e chega até Jaguariúna. Os carros de passageiros são da Mogiana e da Noroeste. Existe uma locomotiva diesel semelhante a que circulou em Guaranésia, a GE nº 3. Em Guaranésia circularam as GEs 01-02-04, e as GM GL-8 70-71-72. Não percam o passeio. Hoje moro em Campinas SP e meu email é: itavella332@yahoo.com.br.!!!

  3. Morava em Ribeirão Preto, a mãe era da família Dias de Guaranésia. Meu avô era o Sr Franklin do cartório (conhecido como Sr. Kilin). Passava as férias em Guaranésia MG. Eram férias mágicas de emoção! Era a melhor cidade do mundo! Antes da sessão de cinema, ficávamos na pracinha. O cinema, o clube (com os bailes), os trens da Mogiana… Tudo era mágico. Meus amigos eram mais da família Heluany: Luisinho e o primo Laércio (saudoso Laércio) e Bayer. Isso em meados dos anos 60. Uma vez viajando de trem entre Ribeirão e Jardinópolis, conheci uma moça que se revelou ser de Guaranésia: seu nome era Mahilda (lembro que minha avó era Hilda Dias). Era filha do chefe da estação de Guaranésia. Quando em Guaranésia fui procurá-la e seu pai me assustou: era bravo e ciumento. Nunca mais vi a moça!!!

    • Sou Odette Barbosa Bruno, filha de Antonio Barbosa e Hermínia Martins Barbosa, meu pai era primo em segundo grau de Olavo Barbosa de Guaxupé, nasci em Guaranésia, no ano de 1940, aos seis anos minha família mudou-se de Guaranésia, veio para São Paulo. No ano de 1954, precisamente no mês de junho, voltei a morar em Guaranésia, eu meu pai e minha irmã mais velha, moramos lá por quatro anos! Ai começou minhas férias mágicas! os passeios no jardim à noite, o serviço de alto falante no qual poderíamos mandar mensagens para os namorados, kkkk, festa de Santa Bárbara com direito a quermesse e tudo mais . Ah! Guaranésia querida! trabalhei na Fábrica de Tecidos Santa Margarida! Mas com dezoito anos fui dispensada do meu trabalho na fábrica, então voltei para São Paulo,onde me casei, tive dois filhos e resido aqui até hoje. Sou Filósofa e Psicanalista! amo Guaranésia de paixão! viajei muito na Martia fumaça de Guaranésia!

  4. saudades daqueles tempos , quando criança viajei varias vezes de trens nas regiões de ribeirão preto , franca , são carlos , lembro bem das maquinas maria fumaça , sai da região em 1967 , de franca a saõ paulo numa longa viagem de trem , minha última viagem de trem , hoje resido no estado do espiríto santo ,aqui não tem trens , triste….

  5. Nilson Nascimento Dos Santos

    olá Sr. Edson!Queria saber como posso encontrar registros de antigos funcionários da mogiana,meu bisavô segundo informações,acredito ter sido maquinista no fim da década de 60,seu nome também difício em dizer por desvios de registros seria José Cassimiro dos Santos ou José Garcia dos Santos,seus descendentes por uma parte residem na cidade de Aguaí SP,onde a estação possuia uma garagem,como ele teria deixado minha bisavó para viver oura paixão,ningém sabe dizer ao certo seu paradeiro,gostaria de saber como conseguir esta informação…….NILSON

  6. Maria José

    Olá Sr. Edson Franco Godoy, por favor gostaria muito que me informasse sobre a familia do João Zerbini dono da fabrica de macarrão em Guaranesia . Preciso saber dos descendentes dele para que eu possa esntrar em contato com urgência com eles, pode me ajudar? Obrigado.

    • Edson Franco de Godoy

      Cara Maria José,quando morei na estação de Guaranésia,convivi muito com o pessoal da fabrica de macarrão Zerbini,o seu João era o dono ,, mudei de guaranesia em dez/1976,não posso te dizer hoje sobre eles mais.

  7. Maria José

    Gostaria que ajudassem numa busca em Guaranésia. Estou a procura de algum parente mais antigo zerbini donos da fabrica de macarrão Zerbini. Sou Maria José Zerbini , moro em Uberlândia MG.

  8. Nivea Tavares Dias Sampaio

    Gostei mto sobre os comentários sobre a Mogiana.Morava em Guaranésia e estuda em S J do Rio Pardo(1938-41).Adorava fazer essa viagem,gastávamos cerca de 4 hs de viagem…O que achava engracado era ao entrar no trem em Guaranésia as 10-11hs víamos os passageiros de Passos que traziam frango assado com farofa.Isso era riquíssimo, pois não havia carro-restaurante na época.Além da Mogiana, qdo estudei em Muzambinho em 1937,íamos até Guaxupé pela Mogiana, fazíamos baldeacao e pegávamos a Rede Mineira de Viacão.Fiquei interna na Escola Normal, fazíamos um passeio aos domingos até a estacão, quando o guardia permetia a nossa entrada na estacão sem pagar para apreciarmos a chegada do trem.Muitas vezes, víamos conhecidos, era nosso predileto nos idos de 1937.Naquela época o trem era muito prezeroso e hoje, as pessoas nào valorizam os pequenos prazeres da vida,querendo sempre mais e mais…

    • jotaa gomes da silva sobrinho

      belissima reportagem e parabens pelo conteudo de qualidade e usei muito a extinta cia mogiana de campinas até a péquena são simão sp, anos 60.70 80 e 90, más os governantes sucatearam nossas ferrovias optando pelo modelo rodoviarismo, com estradas pedagiadas que matam mais que se matam galinhapara comer

    • Rosangela Franco Godoy da Costa

      Edson, não nos conhecemos, mas fiquei emocionada ao ler este histórico e pensar que podemos ter algum parentesco, visto que meu pai Horácio Franco de Godoy também trabalhou na estrada de ferro Mogiana e também morou em Visconde de Soutello, porém, mudou-se na década de 50 para Santo André, onde nasci em 1961. Gostaria muito de resgatar algumas histórias desse povo de Socorro. Saudações, Rosangela Franco Godoy da Costa (nome de casada) Rosangela Franco de Godoy (solteira).

      • Edson Franco de Godoy

        Cara Rosangela,somos parente o meu avo Samuel Franco
        de Godoy era irmão do seu pai o Horacio,a irma dele a d.
        Alzira ainda mora em Visconde Soutelo em Socorro,meu pai
        sr Wilson trabalhou na Mogiana era chefe de estação,quando eu era pequeno uma vez fomos passear
        na sua casa em Ribeirao Preto,quando meu avo o Samuel
        faleceu em 1977 voces vieram no velorio em visconde
        soutelo lembro muito bem de voces,o meu pai comentava que o Horacio era Chefe de Trem de passageiro,meus familiares ainda mora em Visconde a D. alzira ainda e viva e a unica da familia e irmao do Horacio viva ainda meus pais eram Wilson Franco de Godoy e Maria Rosa p.Godoy,.

        Atenciosamente Edson – Paulinia SP.

  9. Adriano Marcos Duarte

    É um pedido a algum destes veteranos da mogiana!Sou nacido em Passos M/G em 1973 Filho de Maria de Fatima Duarte,moradora nos arredores da estação ferroviaria em Passos,procuro alguem que me de noticias de um Tambem veterano da mogiana que salvo erro é natural de Guaxupé M/G,o nome dele é Luiz Rafael trabalhava como guarda, tenho muito interece em ter noticias dele.
    Confio que pelos comentarios que li hoje ainda tem muitos daqueles homens do passado lucidos o bastante para me ajudar.
    e-mail adriano.m.duarte@hotmail.com Tel.019-9808-4022 hoje moro em Porto Ferreira fico confiante de que alguem que entrar nasta pagina pode me ajudar,obrigado Adriano

  10. Maria José Pires

    Em 1921 quando meus pais se casaram, os noivos e os convidados sairam direto da estação Catitó para Guaranésia, tamnha a importância do casamento que o Chefe da estação cedeu o vagão para o Casamento.
    Fiquei muito contente em conhecer este site.
    João Pires era o Noivo e Benedita Teixeira Pires a Noiva.
    Abraços Maria Pires.

  11. ANA DAS GRAÇAS DE JESUS DA CONCEIÇÃO

    OLÁ bom dia eu sou (DONA ANA)
    filha do sr (DIONISIO PEREIRA DE JESUS)trabalhou, na mogiana e
    moramos em (GUARANESIA)1962/ á1970,o trabalho do meu pai ,era na conservação da linha.Me lembro com muinta saudades de tudo de(GUARANÉSIA ,da dona (MARIA ROCHA) uma exelente costureira quase que a familia toda trabalhava ,na fabrica de tecido
    MEU, pai faleceu á 30 anos, mas minha MÃE graças a Deus ainda vive é a dona MARIA .
    Tenho

    . uma irmã a CARMEN LUCIA, que trabalha na prefeitura de
    P AULINIA eu moro em guarulhos

      • ANA DAS GRAÇAS DE JESUS DA CONCEIÇÃO

        Oi Francisco, sou a Ana segunda de nove filhos de sr Dionisio,que você diz ter trabalhado com ele
        Fiquei muinto,muinto feliz que alguem que tenha trabalhado com meu velho pai,ainda se lembre dele.Sabe,Chico meu pai
        foi e será o meu heroi. Porque ter criado nove filhos, num trabalho tão sofrido,e pesado como era o que ele exercia com amor e dedicação merecia muintos trofeus
        Mais meu velho deve estar orgulhoso,dos nove ,dois já estão com ele e sete são todas pessoas distintas,batalhadouras IGUAL ao velho DIONISIO
        Tenho saudades da boa MOGIANA, que deu condições do meu pai criar e educar os nove filhos
        ANA GJC
        abracos-

  12. pois e rapas esse pedroso que estou me referindo de fato e mesmo o jose roberto pedroso o pai dele foi chefe estaçao em moraes sallese dali para guaranesia o pedrosinho como era conhecido foi um grande despachador em campinas bom que nao tinha mais como sereu gostava muito dele nessa epoca eu ja era chefe estaçao em poços de caldas ele aposentou se e ficou morando em campinas hoje perdemos o contato mais e so voce tefonar no sindicato mogiana campinas fone 01937376200 que vao ter dar alguma noticia porque ele frequentava muito as reunioes sindicais faslou amigao

  13. eu apenas conheci o pedroso como despachador do movimento de campinas quanto aos seus filhos nunca tive a oportunidade de conhecelos lembro muito bem do origenes que era telegrafista em monte santo de minas don falecido wilson marsone muita gente que ja si foi e que trabaharam comigo nos ramais de mococa guaxupe passos e jureiaeu rodeis em quase toda a mogiana trabahei com o jose pereira que foi telegrafista em guaranesiae chefe estaçao em aguai com o irmao dele o toninho eu fui telegrafista em aguai sp de 1965 ate 1981 sendo provido a chefe estaçao fui para guaxupe em 81 quando o ainda funcionava via sao sebastiao do paraizo descarreguei muitos vagoes de calcario e melaço em itaiquara carregava muito açucar em guaxupe chegava muito adubo para o olavo barbosa eu encostava muitos vagoesde adubo em guaranesia para a usina de alcoole por ai si vai

    • francisco

      Antonio, não falei do Pedroso despachador, este é de outra familia, falei do José Hilario Pedroso, que tinha um filho que era telegrafista em Julio Tavares, o José Roberto Pedroso, irmão do Daniel que foi praticante de telegrafo em Guaranésia nos idos de 1968, depois perdi contato.
      Me lembro de voce, pois de quando em quando eu ia na estação la de Guaxupe e via o antigo saguão abarrotado de sacos de adubo.

      • Carlos Humberto Pereira

        Oi Francisco, esse Pedroso despachador que o Torres falou é o mesmo José Roberto Pedroso, irmão do Daniel e filho do José Hilário Pedroso que foi chefe de Guaranésia. O meu tio que também é ferroviário aposentado , o Antonio Pereira, é casado com a filha do Seu José Hilario Pedroso e irmã do José Roberto. Bom vamos lá: O José Hilário Pedroso se mudou para Campinas assim que se aposentou mais ou menos em 1970 e já é falecido há bastante tempo. O José Roberto Pedroso foi despachador em Campinas, aposentou e morreu de câncer em 2003. O Daniel mora em Campinas, e recentemente mais um irmão seu faleceu, o Betinho.

  14. fui telegrafista em sao jose do rio pardo em 1956 , removido para paula lima,vargem grande do sul ,sapucai, em 81, fui removido para guaxupe, como chefe de estaçaoonde fiquei quase 1 ano acumulando cargo de guaranesia, monte santo , e itaiquara, a estaçao de guaranesia ja nao tinha mais funcionarios so morava la um portador de nome vitinho muito
    engracado que me tapmorei em comendador guimaraes no ramal de mococa tiva falanfdo aq estaçao de guanesia esta uma belezura ta tudoariado lamorei em comendador guimares no ramal de mococa ate 1953 frequentei o grupo escolar venerando meu professor chama se alberto giudici ele era de mococaconheci o sergio trinca ele foi meu colega de escola em venerandobons tempos . hoje moro em pocos de caldas onde aposentei me em 1998 como chefe estaçao pocos e bauxita

  15. Edson FRanco de Godoy

    COMENTÁRIO: Quando morei na estação de Guaranésia,havia um traba-lhador da via permanente o Sr Lucas e sua espôsa Dona Barbara,e seus
    filhos O Kiko,Lia,Teresa,Lurdes,Inez.Donizete,Renato,quando a Lia se –
    casou em Julho de 1974 meus pais Sr Wilson e minha mãe Maria Rosa
    foram os padrinhos,lembro que foi uma festa na casa proximo da estação
    onde morava o Lucas,a noite teve baile a gente tinha cuidado para não ir
    alguma pessoa na linha na hora da chegado do trem noturno NP2,teve
    baile com sanfoneiros,tenho muitas saudades desse pessoal,a Lurdes a
    Inez conhecida como fiinha eram minhas amigas a gente ia todos os dias
    buscar cana no canavial proximo da estação, é foi um tempo maravilhoso
    desse pessoal,uma época de ouro em que morei em Guaranésia,pena que não volta nunca mais. Edson – cidade de Paulinia SP.

    • Ailton

      Sr. Edson

      Gostaria de uma resposta. O senhor não leu o que postei em Fevereiro/2010 ou não se interessou em entrar em contato?
      Desculpe a insistência, mas se eu obtiver resposta, mesmo que negativa, poderei ao menos esquecer o assunto.
      Muito obrigado pela atenção.

      Ailton Franco de Godoy

    • Francisco Marques

      Marli.
      Vá até a estação e procure saber onde fica o escritorio da Ufam e do Sindicato. Uma dica, vindo sentido bairro-centro é a primeira sala a sua direita, no antigo armazem de cargas.
      Vá lá, converse com o pessoal e poderá obter muitas informações a respeito do assunto que voce procura.
      Outra coisa, a Secretaria de Cultura, funciona no mesm prédio, então voce não vai perder muito tempo e ganhar muita informação.
      Abração e qualquer coisa, não se acanhe, faça contato que estarei a seu dispor.
      franciscomarques
      goiania

  16. MARCIA

    Me lembro da estação. Da fábrica de tecidos. Da “Vargem” onde morei até 1976. Do Grupo Carvalho Brito (prof. Neuza (2º ano) e Aparecida Taliberti (3º ano), do Colégio Alice A.Dourado (prof. Dr.João Perocco (matemática), D.Piìda (Ciências), D.Dedé (História), D.Déa (Português). Da praça, do cinema, de alguns amigos ( Ana Beatriz (filha do Miguel Moreno), da Raquel (L.Martins), da Soninha (da D.Maria do Celeirinho), da Vila Nunes, dos meus tios e primos (família Medeiros e Guimarães também). Tenho boas recordações de Guaranésia. Sinto muita vontade de visitá-la. Caso tudo dê certo, em outubro estarei lá. Hoje estou em Cuiabá/MT. Bom para calor e pesca.

  17. Edson Franco de Godoy

    COMENTÁRIO: Estive lembrando de mais algumas coisas da minha saudosa Guaranésia,lembrei de um velho amigo dos meus tempos
    de ginasio,o Orlando mais conhecido com Landinho,eu morava na
    estação e ele na vila nunes,iamos para o ginasio juntos,e tambem
    passavamos o resto do dia em deliciosas brincadeiras pela linha do
    trem,brincavamos com o trolinho na linha,junto com os demais colegas
    adoravamos empurrar os vagões com a alavanca apesar de ser um
    pouco perigoso mas era divertido,hoje por onde andará você Landinho
    ouvi dizer que você trabalhou na Radio,caso você ler estes comentários
    me mande noticias sua e dos demais colegas dasquela época.
    Edson – cidade de Paulinia – SP

  18. Edson Franco de Godoy

    Bom dia Ivan tudo bem?.
    e aí Ivan não atualizou mais o site,gostaria de ver outras fotos publicadas sobre a estação de guaranésia,sobre aquelas que lhe enviei faltam algumas com mais detalhes da estação,gostaria que você ás publicasse no site.
    Grato – Edson – Paulinia SP.

    • Olá,

      Sou um grande admirador da história da Mogiana e fiquei encantado com este blog e também com a participação do Sr. Edson Franco de Godoy que trouxe a tona várias histórias da CM. Gostaria muito de pedir ao Sr. Godoy para que entrasse em contato comigo através de meu email alexleao@gmail.com.

      Muito obrigado.

  19. francisco marques

    Sr. Editor,
    Em primeiro lugar, parabens pelo belo site.
    Matei muitas saudades de meu tempo de adolescente e juventude.
    Fui funcionário da Mogiana e Fepasa e trabalhei em Guaxupé e Guaranésia e solicito de V.Sa. obsequio de me fornecer o contato do Edson Franco de Godoy, ou que ele entre em contato comigo no email
    chicomarques2001@gmail.com
    grato
    franciscomarques
    goiania-go

  20. Edson Franco de Godoy

    Caro Ivan, boa tarde. Parabens ficou excelente o comentário sobre o meu pai,e ás fotos publicadas,precisa colocar as outras tambem,aquelas que eu estou sentado no vagão,e a foto que aparece o páteo todo e o trem chegando. Ivan ainda tenho algumas outras fotos , vou separar algumas e mandarei por email para você dar uma olhada.
    Edson – Paulinia SP

  21. Edson Franco de Godoy

    Boa Tarde,Caro Ivan quando voce vai publicar as fotos antigas da estação de Guaranesia,ás que eu lhe enviei.voce recebeu o comentário sobre o meu pai,aguardo um contato. Edson

  22. Edson Franco de Godoy

    Caro Ivan, gostaria de saber com faria para colocar varias fotografias antigas,que tenho do tempo que morei na estação de Guaranesia.gostaria muito de ve-las publicada neste site,do qual sou um grande apreciador. Ivan qualquer coisa me avisa pelo meu email (edsonfgodoy@hotmail.com),quem sabe poderei enviar as fotos por um CD.

  23. Edson Franco de Godoy

    COMENTARIO: Outra grande lembrança que tenho de Guaranésia e da Fabrica de macarrão ZERBINI do SR João o dono da fabrica e de seus funcionários,pois a fabrica é localizada no pateo da estação,lembro que chegavam os vagões carregados com farinha de trigo para descarregar no desvio da fabrica,logo que os vagoes ficavam vazios a gente ia com a alavanca empurrar os vagoes para fora do desvio era muito divertido, eu frequentava a fabrica diariamente,vendo fabricar os gostosos macarrão tipo parafuso que era muito famoso,conheci muitas pessoas da fabrica ,vou citar algumas com a Maria Marta , a Maria Jose da recpção,o vigia o Sr Euzebio,a preta(apelido)emfim muitas pessoas que lembro até hoje.

  24. Edson Franco de Godoy

    COMENTARIO: mais um fato vou comentar,foi num domingo dia 18/07/1976,o trem cargueiro CLP1,carregado com vagões gondolas com pedras para linhas,tambem descarrilhou a 4 Km da estação sentido Catito,a loc.GL 8 3610,descarrilho e ficou encostada no barranco e tambem 05 vagoes carregados com pedras sairam dos trilhos,lembro desse dia,fui até o KM proximo do acidente ver o ocorrido,meu pai solicitou a presença do Sr mestre de linha de Guaxupe o Sr Sebastião Inocêncio,foi solicitado o socorro de Campinas para liberar a composição,pois o trecho ficou impedido por tres dias,nessa época ja não circulavam mais os trens de passageiros do dia o PP2 e PPl pois a fepasa ja estava suprimindo os trens de passageiro no ramal so circulava os noturno NP1 e NP2,e nesse dia o trem foram suprimidos ate a liberação da linha,pois os trens PP2 e PP1 haviam parados de circular em 06/07/1976 e os noturnos NP1 e NP2 circularam ainda até 18/01/1977,foi quando caiu as pontes com a enchente em São Jose do Rio Pardo em 19/01/1977,meu pai ja era Chefe de Esração la em São Jose do Rio Pardo,veio transferido de Guaranésia em Outubro de 1976 e assim tiveram fim os trens de passageiros no rama de Guaxupé a Passos,ficando só os trens cargueiros até o fim do ramal por completo.

  25. Edson Franco de Godoy

    COMENTARIO: Vou comentar sobre um acidente ocorrido no dia 05/02/1975 com o trem PP1 das 16.30 que seguia para Passos,proximo de Catito, a locomotiva GL 8 3626 , veio o descarrilhar e acabou caindo numa ribanceira,por sorte a composição de carros de passageiros ficaram na linha,só a locomotiva desengatou e caiu,não houve nada com o maquinista e seu ajudante,veio socorro de Campinas com o guindastre para retirar a locomotiva tombada precisou serrar toda a locomotiva com o maçarico para poder trazer a locomotiva para cima,foram 03 dias de trabalho,não interrompeu a circulação dos trens.

  26. Edson Franco de Godoy

    COMENTARIO: Hoje resido aqui em Paulinia SP proximo de Campinas,tenho muita saudade deste tempo em que morei em Guaranesia,fico olhando as fotografias,e relembrando de tudo sobre Guaranesia,fiquei muito feliz quando descobri este site,no qual posso comentar muitas coisas sobre a ferrovia,e a cidade de Guaranesia,lembro que o meu pai vestia o seu terno azul e boné vermelho para aguardar a chegada dos trens,eu ajudava meu pai na estação eu ia verificar as chaves para ver se tava tudo certo para entrada dos trens,havia muito cuidado para não acontecer nada de errado,saudade do tempo em que os trens apitavam na curva da passagem de nivel proximo a Fabrica de Tecido,da estação ouviamos o trem buzinando e descendo ate a estação.

  27. Edson Franco de Godoy

    COMENTARIO: Olhando as fotos antigas da estação de Guaranesia onde morei , deparei com uma foto da Locomotiva GL 8 3631 da cor azul da fepasa , foto esta tirada na plataforma no trem PP1 ás 16.30 que seguia para Passos ,a plataforma estava cheia de pessoal embarcando no trem,hoje localizei esta locomotiva num site de ferrovias ,hoje ela esta pintada na cor vermelha da fepasa ainda ela esta em Votarantim,ate que esta conservada,gostaria de poder ainda publicar as fotos antigas que tenho da estação de Guaranesia,gostaria de saber como fazer para colocala neste site da mogiana em Guaranesia.

  28. Edson Franco de Godoy

    Caro Luciano,vôce mora ao lado da estação,pode me dizer num comentario como se encontra a velha estação,e por a caso voce conhece o sr.Roberto Teixeira ,que tambem mora ao lado da estação,ele foi telegrafista ai na estaçao trabalhou junto com o meu pai Sr. Wilson chefe da estação

    • Mauricio Minchillo

      Senhor Roberto faleceu nesse ano de 2015. Família continua aqui. Sua mulher, dona Tereza, ainda mora no mesmo local, ao lado da estação.Os filhos Rui, Ricardo, Rosângela e Roberta moram em Guaranésia, também.

  29. Sérgio Trinca

    nasci em venerando e lá passava o trem para mococa mas em 1966 passou o ultimo trem, parou e no dia seguinte começarão arrancar os trilhos e eu com 18 anos vendo aquela tragedia.
    em 1971 vim para são jose e ali vi o trem novamente mas em 1977 foi tudo por agua abaixo. em 1986 tentarão reativar, eu estava na estação de guaxupé quando vi uns homens da ferrovia dizendo isso aqui não pode funcionar da mais nada não. fiquei triste e voltei para são josé ainda tinha uns vagoes e uma locomotiva na estaçao consegui tirar duas fotos. estou sempre olhando na net o que conta da nossa querida mogiana e grardando tudo em favoritos des de o ramal de mococa,muzambinho, guaxupé e assim por diante, ia me esquecendo com 6 anos fui em guaranesia de trem na casa de um tio não me lembro da estaçao mas fomos de trem.

  30. Edson Franco de Godoy

    Comentário: Aconteceu tambem um atropelamento com o trem noturno NP.1 , me lembro desse fato era um sabado dia 06/03/1976, o trem ao sair da estação sentido Monte S. Minas, ao fazer a curva proximo ao corte de pedra atropelou um senhor de idade, ele morava na vila nunes proximo da estação ele ia lenhar não percebeu o trem se aproximar e o trem o derrubou fora da linha, foi trazido pelo proprio trem até a estação e conduzido ao hospital mas veio a falecer,o taxista que o levou ao hospital era o sr Jose Teixeira,fizemos a ocorrência

  31. Edson Franco de Godoy

    Comentário: sobre o trem tambem aconteceu um acidente na passagem de nivel proximo a estação de Catitó, em maio de l974, o trem PP.2 que vinha de Passos ás 09:30 da manhã atropelou um fusca no cruzamento da passagem de nivel,os dois ocupantes eram de Ribeirão Preto, os dois rapazes ficaram bastante feridos,vieram conduzidos no proprio trem até em guaranesia,mas infelizmente não resistiram e faleceram no hospital.,segundo o maquinista do trem,foi dado sinal de buzina varias vezes,mas o fusca entrou na frente da locomotiva.

  32. Edson Franco de Godoy

    Comentário: vou dizer sobre alguns fatos ocorridos em Guaranésia,sobre o trem.Em junhode 1974 o trem noturno NP.2 quando estava chegando em guaranésia ás 23:15 ,aconteceu um fato interessante quando vinha subindo a curva para chegar a estação o mesmo atropelou cerca de 10 vacas que estavam sobre os trilhos algumas morreram na hora ,outras foram jogadas do barranco e quebraram as pernas ,precisaram ser sacrificadas , pessoal da vila nunes aproveitaram as carnes foi uma festa para o pessoal comeram carne por uma semana,aproveitaram tudo das coitadas da vacas ……

  33. Edson Franco de Godoy

    Comentario: Gostaria de relembrar os horários de trens que circulavam em Guaranésia, de manhã ás 05:40 chegava o trem noturno NP.1 de Campinas, com destino a Passos, ás 09:30 chegava o PP.2 vindo de Passos , a tarde ás 16:30 chegava o PP.1 vindo de Campinas para Passos e a noite ás 23:15 passava o noturno NP.2 para Campinas. e tambem circulava os cargueiros CLP.1 e o CLP.2 , todos os trens eram puxados pelas locomotivas GL.8 das côres da Fepasa azul e branca,lembro até das numerações 3601 3626 3612 3627 3631 3625 3619 …..quantas saudades.

  34. Edson Franco de Godoy

    mais um comentário: Tenho muitas fotos antigas da Estação de Guaranésia,fotos com as chegadas dos trens os passageiros na plataforma aguardando o trem para embarcar,possuo fotos que tirei nos vagões em frente a fabrica de macarrão Zerbini, os vagões vinham carregados de farinha de trigo para a fabrica,vinha muitos vagões de cimento de Itaú para os Minchillos e os lopes,a fabrica de Tecido carregava tambem vagões de caroço de algodão,e despachava bastante fardos de tecidos,nos trens da Fepasa

  35. Edson Franco de Godoy

    mais um comentário: Em Guaranésia ainda tem um ferroviário aposentado o Sr. Roberto Teixeira de Moraes,trabalhou como telegrafista,junto com o meu pai Sr Wilson (Chefe da Estação) nessa época em guaranésia,um abraço Sr Robertoe muitas felicidades.

    • Roberta Teixeira de Moraes Rezende Carvalhaes

      Oi, Edson, sou filha do Sr. Roberto Teixeira de Moraes, telegrafista aposentado da Fepasa (Cia Mogyana). Meu pai está com 80 anos e continua morando próximo a estação de trem. Ele está bem, e guarda muitas lembranças deste tempo.
      Obrigada por ter lembrado de meu pai!
      Um grande abraço,
      Roberta Moraes.

      • EDSON FRANCO DE GODOY

        Olá,Roberta Teixeira de Moraes como vai tudo bem?eu morei em
        guaranésia,meu pai foi chefe da estação o Sr.Wilson,eu lembro
        de você Roberta,você era a caçula do Roberto,lembro de todos
        da sua familia do Ricardo,Rosângela,Rui,Rogério,Rubia,emfim
        de todos,você era moreninha a caçula,e a Rosângela a loira,que
        pena tudo passou foi uma época maravilhosa,quando morei na
        estação,e os trens por ai passavam.lembrança a todos.
        Edson – Paulinia SP

    • Caro amigo

      Eu naum tenho Franco de Godoy no meu nome mas sou de outro ramo dos Francos de Godoy. Mas tenho conhecimento de alguem em Mogi Guaçu que conhecde bem os Francos que estaum nesta região eh o Wladimir Bueno Franco de Godoy ele tem uma genealogia com mais de 2500 nomes e fotos. O tel dele eh 19 38611029 – Rua Walter Bueno, 70 –
      Jd Primavera

  36. Edson Franco de Godoy

    Quantas saudades ao ver as fotos da estação de Guaranésia,onde morei entre abril de 1972 a dezembro de 1976,saudades quando ficava na estação vendo os trens chegarem,fazendo manobras no páteo,nos finais de semana a estação era lotadas de passageiros esperando a chegada do trem de passageiros,ajudava meu pai na estação entregando as correspõndencia na cidade,hoje da uma tristeza em ver o estado da saudosa estação de Guaranésia,sem os seus trilhos,sem mais os seus trens chegando e saindo com seus apitos,soando por toda Guaranésia,infelizmente tudo acabou. saudades!!!!.

    • Ailton

      Sr. Edson,
      Espero que o senhor acesse este site.
      Foi com grande surpresa que vi seu nome enquanto navegava por sites de memória ferroviária, devido à pesquisa que estou fazendo para elaborar uma apresentação, a pedido de meu irmão, quase seu homônimo: José Edson Franco de Godoy.
      Somos de Mogi Guaçu – SP. Sei que na região do Circuíto das Águas Paulista temos uma infinidade de Francos de Godoy. Meu irmão tem grande interesse (e eu também) em conhecer nossa árvore genealógica, tendo se dedicado longamente a essa pesquisa. Ele mantém aqui no município um museu e está ampliando seu acervo ferroviário. Com certeza terá grande interesse em entrar em contato com o senhor.
      (Eu também, porém como trabalho em São Paulo, torna-se mais difícil para mim.)
      Espero que alguém que o conheça possa estabelecer contato entre nós, se porventura o site não for acessado diretamente pelo senhor. Esta grande coincidência não poderia ficar sem um aprofundamento de conhecimento e amizade.
      Agora vi que o senhor mora em Paulínia, não é?
      Ailton

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